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Dulce Rodrigues, escritora

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    A ÁRVORE DE NATAL
 

Ter um pinheiro enfeitado tornou-se de tal modo familiar na época do Natal, que quase nos esquecemos de que a origem deste costume nada tem a ver com o mundo cristão e, pelo contrário, derivou de uma celebração pagã.

Com efeito, há muitos, muitos séculos, já os povos germânicos usavam um pinheiro para celebrarem o solstício de Inverno no dia 21 de Dezembro de cada ano: segundo a mitologia desses antigos povos, o pinheiro sempre verde simbolizava a energia vital e lembrava aos homens que, mesmo em pleno inverno, a natureza não está morta e se prepara para iniciar um novo ciclo de vida.

Mais tarde, quando da expansão do cristianismo na Europa, esta festa do dia 21 de Dezembro foi adaptada aos usos cristãos, e assim o pinheiro entrou nas nossas casas, transformando-se em árvore de Natal.

As primeiras decorações foram as hóstias, depois seguiram-se as guloseimas para as crianças que se portassem bem. Nos finais do século XVI, o pinheiro de Natal era enfeitado com grinaldas de flores de papel e nozes prateadas ou douradas. Foi só no século XVIII que as velas fizeram a sua aparição. No século XIX os Alemães começaram a fabricar ornamentos em vidro soprado para decorar as árvores de Natal.

Com o andar dos tempos, a tradição da árvore de Natal tem-se alargado a todo o mundo, estando sempre em plena evolução.

Em 1906, na vila de Pietarsaari, na Finlândia, as pessoas tiveram a ideia de decorar a praça pública com um grande pinheiro iluminado. Anos mais tarde, em 1912, em Nova-Iorque, os Americanos - que não tinham conhecimento disso - tiveram a mesma ideia para a sua praça pública, e julgaram ter sido os primeiros a apresentar esta decoração pelo Natal. Mas, claro, não era o caso!

Em Portugal, a árvore de Natal tradicional é um pinheiro, o "primo" do sul do abeto do Norte da Europa. A cada país os seus usos e costumes. Certas tradições fazem parte da herança cultural de um povo, e perdê-las é perder um pouco da sua identidade!.

E já agora, uma curiosidade sobre os pinheiros, ou os abetos, claro. Sabe por que razão é que os pinheiros estão sempre verdes? Pois bem, é por causa das folhas, em forma de agulhas, que duram muito tempo na árvore e não caem todas ao mesmo tempo.

Se gostam de lendas, não deixem de ler A Lenda do Pinheiro ou qualquer outra lenda de Natal.

© Dulce Rodrigues

 
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