"(...) O Barry tinha reparado que a coleira não estava muito apertada,
decidiu pois puxar pela trela com toda a força e... ei-lo livre de novo!
O Eduardo e o Gustavo - os seus jovens donos - correram atás dele.
Mas o Barry corria depressa e, de repente, no fim desse caminho de terra batida, era de novo a estrada.
Não hesitou, e atravessou, apesar do enorme movimento de carros e camiões!
Era preciso castigar os seus donos por lhe terem posto uma trela.
Eles deviam aperceber-se de que o iam perder, para compreenderem a que ponto gostavam do seu cão
e lhe fizessem a promessa de que nunca mais o prenderiam com uma trela!
Infelizmente, era ele, Barry, que acabava de perder os seus donos. Já não os via!
Era preciso fazer qualquer coisa, voltar para trás, ir ter com eles o mais depressa possível!
Foi o que o Barry fez, mas em vão: eles já lá não estavam. Tinham-se ido embora! E sem ele! (...)"